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Mostrando postagens de agosto, 2020

#16 - Hand of Doom, Black Sabbath

 Estou aqui ouvindo o disco Paranoid, e sempre me impressiono da qualidade de composição, seja nas letras ou nas melodias, que o Sabbath impunha. Quando vi Senhor dos Aneis pela primeira vez (só depois fui ler os livros), fiquei impressionado com os orcs, lendas e tudo mais daquele universo, só para depois descobrir que tudo que eu havia visto antes foi influenciado por Tolkien. Conheci Sabbath mais ou menos nessa linha: um amigo de cólegio pos pra tocar o Reunion. (Aliás, esse amigo passava o dia jogando Final Fantasy e ouvindo heavy metal. Espero que tenha tido algum futuro.) Fascinado por aquele som, fui conhecer mais. Tenho em CD o Paranoid (que estou escutando agora) e o Vol.4 (presente da Juliana Guntert), mas já ouvi tudo, e acho incrível como o Ozzy tinha uma complexidade nas letras que não se via à época. Tá, tirando o lance dos olhos que ele vivia usando. Admiro o Ozzy por sua trajetória (sim, o Sabbath tinha os outros, mas né, Ozzy), e onde chegou. Se um dia eu produzir ...

#15 - trilhas do Chaves

 Sério, que ideia de idiota tirar tudo do Chespirito do ar no mundo. Tudo bem, querem fazer quadrinhos, animações, filmes, etc, etc, e pode ser que isso traga um novo público... porque o público que já conhecia não precisa (sem contar que a animação não tem a Chiquinha por questões autorais). As obras do Chespirito funcionam porque elas são como são: meio de circo, meio mambembes, com meia dúzia de atores fazendo todos os personagens... Dava pra notar como o Chespirito aproveitava coisas novas, como o Chroma Key.  É um humor simples, mas eficiente em toda a sua forma. Chespirito, seja com Chompiras, Chapatim, Chapolin, Chaves ou qualquer outra criação, sempre trouxe um roteiro redondinho pra sua época, pros seus atores. Viva Chaves, para sempre.