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Mostrando postagens de novembro, 2020

#26 - Closer, Soft Cell

 Quanto mais algo parece insano, mais aquilo pode ser a solução.

#25 - Shame Shame, Foo Fighters

 Ferrou. Já estou num ritmo de escrever contos, e ainda acho uma coletânea de contos do Gaiman a 10 Reais. A primeira coletânea de contos do Gaiman que li foi Smoke and Mirrors, em inglês mesmo, na biblioteca do Bank Boston. Eles tinham o espaço Bank School, com cursos e tal, superisolado. Fica em outro prédio, do outro lado da rua. Quando descobri da biblioteca deles, logo fui pegar uns livros. Aliás, que fim levou a biblioteca..? Smoke and Mirrors eu comecei a ler no ônibus, indo pro trabalho, sentado na escada de saída por falta de espaço. E eu comecei a viajar naqueles mundos, e no fato de que cada conto pode te apresentar um universo inteiro em poucas páginas. Aí, saiu Coisas Frágeis (em dois volumes, mas tudo bem, porque ficou deleite duplo). Agora, Alerta de Risco me aguarda.  Caramba, eu já estava criando contos direto. Lascou.

#24 - Roots, Sepultura

 Muito tempo sem escrever aqui. Há um motivo: um projeto gigantesco, do qual não posso falar nada ainda. Mas, ó... Gigantesco. Ontem rolou Eleição, e eu adoro trabalhar na Eleição. É um trabalho em equipe, bem organizado pelo TRE e muito simples de executar e entender. Muita gente quer complicar as coisas, como falar mal da urna eletrônica, essa linda que não tem como ser hackeada na internet porque ela simplesmente não está conectada à internet. É um desafio, claro, porque vamos receber de 200 a 300 pessoas, e nunca sabemos como elas estão. Podem estar felizes, tristes, nervosas... É preciso criar um padrão de atendimento, ao mesmo tempo que imaginar como neutralizar as diversas emoções para que não afetem o trabalho.  Eu curto bastante. E ainda defendo uma das coisas mais incríveis: a democracia. O fato de todo mundo ter voz é fantástico - um vereador em Santo André foi eleito, mesmo eu não querendo (e votei em outro). A minha voz não é a certa - e nem a maioria é. Se erramo...