#57 - tema de Cuphead the Series
Dias atrás, lembrei-me de um lance de quando eu era criança.
Na rua morava um menino chamado Mike, e ele só podia brincar nas férias. Quando era férias, então, íamos na casa dele, que era pequena mas tinha uma rampa de entrada larga. O mais legal é que Mike tinha uma máquina de escrever.
"Pera! O que uma coisa tinha a ver com a outra?"
Eu não sei de onde surgiu a ideia, mas a brincadeira era assim: eu tinha de datilografar (ou seja, teclar na máquina de escrever - tradução pra xóvens). Eu criava a história na máquina de escrever e os outros (Mike, Júnior, Tiago, as vezes Geórgia) tinham de encenar.
Comecei a criar uma história de assalto a banco em que os assaltantes eram atrapalhados. É claro que, considerando os dias atuais, a história deve ser boba e com clichês, mas era uma brincadeira divertida.
A cada vez, continuávamos a história, até que a mãe de Mike queimou as folhas e guardou a máquina de escrever.
Carai, bateu uma tristeza aqui mano... Queimou as folhas? Ai não, ia ser uma puta recordação... Eu lembro que uma vez nessas brincadeiras acabou que a gente resolveu brincar de "Star Trek" e eu era o responsável por registrar o diário, isso acabou virando um "livro" e infelizmente eu perdi por que apesar de ter escrito tudo a mão durante a brincadeira o povo resolveu digitar tudo no PC depois e ai só Deus sabe o que houve com esse arquivo...
ResponderExcluirInfelizmente, a mãe do Mike era uma mulher bem ignorante. Ele só ia pra escola porque tinha de ir, porque ela não via vantagem. Outros tempos, outras crenças, creio eu. De qualquer maneira, não sei se seria um material bom pra alguém além de mim ver...
ExcluirE sabe que já escrevi uma história de Star Wars? O nome era The Power of the Force, e era forçada, com o perdão do trocadilho.